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Governo
estabelece critérios para instalação
de terminais de consulta de preços em estabelecimentos
comerciais
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Presidente
da república assina decreto que regulamenta
a utilização de terminais de consulta
de preços em lojas onde consumidores tenham
acesso direto aos produtos |
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Dois
anos após a criação da lei que
permite que os estabelecimentos comerciais, como supermercados,
hipermercados e outros comércios que trabalham
com sistema de auto-serviço, substituam os
processos de etiquetagem dos valores nos produtos
por terminais de consulta de preços, a presidência
da república assina o decreto que regulamenta
a utilização destes equipamentos. Segundo
o documento a máquina tem que ser instalada
a uma distância máxima de quinze metros
do produto. O diretor de fiscalização
do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, disse que
a obrigação das máquinas a 15
metros do produto é "um passo importante
para garantir a informação clara ao
consumidor". |
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O
decreto nº. 5.903, de 20 de setembro de 2006,
também define que os estabelecimentos deverão
indicar, por cartazes suspensos, a localização
dos leitores de código de barras e mesmo com
a utilização das máquinas terão
que informar o preço de forma física
ou visualmente ligada ao produto.
Segundo Claudio Peret, coordenador jurídico
do DPDC (Departamento de Proteção e
Defesa do Consumidor), o decreto é um instrumento
que regulamenta e aumenta o grau de proteção
ao consumidor. O documento estabelece que as informações
oferecidas têm que ser claras, sem abreviaturas
e sem a necessidade de interpretação
ou cálculo.
A medida entra em vigor no dia 21 de dezembro e a
multa para quem desrespeitar qualquer decisão
do decreto vai de R$ 212,80 a R$ 3,2 milhões,
dependendo do grau de infração.
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| O
decreto determina que os equipamentos de consulta
de preços têm que estar em perfeito estado
de funcionamento. Em grandes lojas e redes de hipermercados,
onde o fluxo de clientes é alto e os horários
de funcionamento extensos, chegando muitas vezes a
24 horas, os equipamentos têm que suportar duras
rotinas de trabalho.
No mercado existem inúmeras opções
de terminais para consulta de preços, mas são
poucos que conseguem funcionar adequadamente em situações
de trabalho ininterrupto. Pensando nisso, a Wilbor
Tech desenvolve terminais resistentes aos mais variados
ambientes e com alta tecnologia, para que funcionem
24 horas.
Um dos clientes da Wilbor Tech que utiliza os terminais
de consulta é a Coopercica, uma cooperativa
de consumo criada pelos funcionários da indústria
de alimentos CICA, em abril de 1969 na cidade de Jundiaí-SP.
Segundo Itamar Fervelin, operador de sistemas da cooperativa,
os terminais para consulta de preços da Wilbor
Tech raramente apresentam problemas.
“Os equipamentos trabalham todos os dias das
8 às 22 horas ininterruptamente. Possuímos
os terminais da Wilbor Tech desde 1997, quando ainda
éramos obrigados a etiquetar todos os produtos
expostos. Optamos pela utilização desta
solução para facilitar a vida dos associados
da cooperativa” – comenta Itamar.
Os terminais de consulta de preços da Wilbor
Tech também estão presentes em outros
estabelecimentos comerciais em que os clientes têm
acesso direto aos produtos, como a rede de supermercados
Bom Preço, a livraria Cultura e a livraria
Saraiva.
A qualidade e a resistência destes equipamentos
colocaram a Wilbor Tech entre os cinco principais
fornecedores de terminais de consulta de preços
do país, segundo a edição 2006
do Top Five da revista Supermercado moderno.
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- Para mais informações sobre os terminais
de consulta de preço da Wilbor tech,
ligue para (11) 4538-7733 - |
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